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ENCONTROS CPPC /SP 2012

SIMPÓSIO


Tema: “OUVIR E CONTAR HISTÓRIAS E AS REVERBERAÇÕES PSICOLÓGICAS”

Palestrante: Maria Elci Spaccaquerche

Psicóloga Clínica com Mestrado em Psicologia (Psicologia Social) pela PUC. Experiência na área Organizacional e Educacional. Professora da PUC, UNIB, UMC e UNISAOPAULO. Tradutora de “Interpretação nos Contos de Fadas”, além de autora e tradutora de outros livros da Coleção Amor e Psiqué, da Editora Paulus.

Mediador: Zenon Lotufo Jr

Pastor, Analista Transacional, Doutor em Ciências da Religião pela PUC

Data: 2 de junho - Sábado

Local: Igreja Batista da Liberdade

Endereço: Rua Santo Amaro, 412

Cidade: São Paulo

Estado: SP

Referência: próximo ao metrô Anhangabaú

Horário: 9 às 14:30 h

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES com TALITA  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar ativado para que possa visualizar o endereço de email

  

Valor da inscrição: Pré-inscrição até 25/5/12

R$ 50,00 - membros profissionais

R$ 25,00 - membros estudantes

R$ 60,00 - não membros profissionais

R$ 35,00 - não membros estudantes

No dia do evento

R$ 55,00 - membros profissionais

R$ 30,00 - membros estudantes

R$ 65,00 - não membros profissionais

R$ 40,00 - não membros estudantes

Terapia Sócio Comunitária: 15 às 17 h

É uma terapia grupal socializada e mensal. Começa pontualmente às 15 horas. Pede-se para chegar às 14:30 h. Local: Igreja Batista da Liberdade - Rua Santo Amaro, 412 - Bela Vista - próximo do metrô Anhangabaú - sala 25 - 3o. subsolo. As próximas datas de 2012 serão nos seguintes sábados:
5 de maio
2 de junho
4 de agosto
1 de setembro
6 de outubro
10 de novembro
1 de dezembro
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ENCONTRO REGIONAL DO CPPC CENTRO-OESTE

FÉ E SAÚDE EMOCIONAL

Palestrante: AMAURI MUNGUBA

O CPPC – Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos

Convida psicólogos, psiquiatras, educadores, pastores e lideranças cristãs, profissionais da saúde e demais profissionais das Relações de Ajuda para o ENCONTRO REGIONAL DO CPPC CENTRO-OESTE.

Local: Igreja Presbiteriana de Brasília

Endereço: EQS 313/314 – Brasília – DF

Data: 23 de junho de 2012 – Sábado

Horário: 09h00 às 18:00

Inscrições e informações: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar ativado para que possa visualizar o endereço de email
 

Amauri Munguba Cardoso

Exerceu o pastorado batista por mais de vinte anos e hoje atua como

psicólogo clínico em Salvador. Graduou-se em Teologia (1978) e Psicologia

(1992). Pós-graduou-se em psicoterapia analítica (1997).

Fez mestrado em FamÍlia contemporãnea (2005) e hoje cursa Filosofia

contemporânea. Autor do livro: Fé e Saúde Emocional.

PROGRAMA

08:20 – 09:00 Recepção e entrega de material
09:00 – 09:15 Abertura – Miriam Axelson Sanches

09:15 - 10:30 Fé e Saúde Emocional – Amauri Munguba

10:30 - 11:00 Coffee Break
11: 00 - 12:30 Ressonância
12:30 - 14:30 Almoço - livre
14:30 - 15:45 Palestra Fé e Saúde Emocional do Profissional de Ajuda – Amauri Munguba

15:45 -16:15 Coffee Break
16:15 – 17:45 Ressonância

17:45 – 18:00 Música Especial - encerramento

INFORMAÇÕES GERAIS

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Cristãos, Psicólogos/Psiquiatras: nossa auto-definição

Ultimamente temos sido perguntados com mais frequência sobre como nos definir e nos apresentar enquanto profissionais psi e também cristãos. Visando um melhor esclarecimento, a Diretoria Nacional do CPPC reuniu-se e preparou este documento:

Prezados profissionais membros do CPPC,

No CPPC temos aprendido a conjugar e fazer conviver ciência psi com a fé cristã há mais de 30 anos, e estamos convictos de que, apesar de tensões que aparecem, não é necessário e não é bom subordinar uma à outra. Em nossa declaração de fé consta que cremos que tanto a verdade revelada quanto a verdade científica vêm de Deus. Assim entendemos que a Ciência da Psicologia e da Psiquiatria tem direito a existir como tal, e a Fé Cristã também tem o direito de existir como tal. Então, quando um cristão como nós se dedica à prática profissional da psicologia ou psiquiatria, o que ele faz será boa ciência, boa psicologia/psiquiatria; ele não criará uma "psicologia cristã" ou “psiquiatria cristã”, mas será um bom cristão e um bom psicólogo/psiquiatra.

Para exemplificar: nós não recomendamos utilizar o tempo e o espaço de uma sessão terapêutica para orações, estudos bíblicos, apelos, profecias, imposição de mãos e outras práticas comuns nas igrejas. Inclusive porque o evangelho nós recebemos de graça, e a psicologia/psiquiatria foi uma formação profissional que cursamos, da qual tiramos o sustento para a vida. Outro motivo para não fazê-lo é que a posição de psicoterapeuta já é por si só uma posição de poder na relação; mesclá-la com um atendimento "em nome de Deus" iria levar o terapeuta a assumir uma posição por demais empoderada, que tende a fazer mais mal do que bem para o paciente. Nos casos em que houver questões espirituais a serem tratadas, achamos melhor propor, caso o paciente concorde, que ele procure um pastor, um padre, ou uma igreja para tratar de sua "sede espiritual".

Isso não quer dizer que não sejamos cristãos: Amamos nossos pacientes, colegas de ONGs ou alunos, oramos a Deus por eles, pedimos ao Senhor que nos ajude em nosso trabalho psicológico. Mas no contato profissional nos esmeramos no exercício da psicologia/psiquiatria, em manejar bem os conceitos, técnicas, intervenções, sintomas, significados, transferências, medicações, campanhas, cada um de acordo com sua linha de formação e atuação.

Escrevemos isso para ilustrar porque acreditamos que não é adequado falar que praticamos "Psicologia Cristã/Psiquiatria Cristã", como se fosse uma ciência diferente da que aprendemos nas universidades. Não é. O diferencial nesse caso somos nós, as pessoas que a praticam – nós é que somos cristãos. Mas mesmo como cristãos, somos profissionais da área da saúde, onde praticamos a Psicologia/Psiquiatria, sem adjetivos. Sei que alguns irmãos e irmãs se apresentam de modo diferente, mas não concordamos com essa postura.

A própria Bíblia nos orienta, como em 1Pe 2.11-17, a “manter vosso procedimento exemplar no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação,” e também recomenda o respeito às autoridades legalmente constituídas.

Nesse sentido, ao mesmo tempo em que pertencemos a uma associação de psicólogos e psiquiatras cristãos, não procuramos utilizar nossa fé como arma em conflitos. Quanto às questões que envolvem psicologia/psiquiatria e fé, não nos furtamos ao diálogo acadêmico e científico: transformamos estas questões em pesquisas, dissertações e teses, escrita de artigos e livros, participação em fóruns de debate, cursos, palestras e aulas em diálogos interdisciplinares. Sem preconceito nem contra nem a favor, promovemos encontros, congressos, simpósios e debates, atuamos em ONGs, na saúde pública, em campanhas educativas, participamos de esforços de socorrismo. Os resultados destes esforços respaldam nosso diálogo com os conselhos profissionais e ambientes acadêmicos, como por exemplo, a respeito da importância da fé para a saúde, que não pode ser negligenciada.

Ao longo de tantos anos, o Senhor tem nos ajudado a crescer e discernir melhor essa relação. Ainda temos mais coisas a aprender, mas quanto à auto-denominação, nós sugerimos apresentar-nos primeiramente como profissionais. É verdade que somos psicólogos/psiquiatras e somos cristãos, assim como podemos também dizer que somos casados ou solteiros, pai/mãe de filhos, etc., e não estará errado se nos apresentarmos assim. Mas observem que a recomendação bíblica é para que sejam vistas nossas boas práticas (obras), não palavras, argumentos ou bordões.

Sabemos que dependemos de Deus para todas as áreas de nossa vida, e cremos não só que Ele existe, mas também que é bom para todos os que dele se aproximam. Que nosso bom Deus, portanto, nos ajude a sermos bons profissionais neste mundo caótico, trazendo assim bom testemunho da sua bondade onde estivermos!

Diretoria Nacional do CPPC, 01 de março/2012.

 
REUNIÃO CPPC CAMPINAS

  

ESTAMOS AGUARDANDO VOCÊ NAS SEGUINTES DATAS:

26/ maio; 18/agosto;  27 / outubro das 17 h às 19h15 

26 de maio – O laço social, desafetos e o perdão: compreensão psicológica e teológica 

Mesa com Zenon Lotufo Junior, teólogo presbiteriano, doutor em Ciências da Religião PUC-SP,  autor do livro Cruel God, Kind God – How Imagens of God Shape Belief, Attitud, and Outlook -2012, e José Cássio Martins, Psicólogo Clínico, Mestre em Teologia no Seminário Presbiteriano de Richmond, USA

18 agosto – Psicopatologia, Saúde Mental e Religião -

com Paulo Dalgalarrondo. Livre Docencia e Pós Doutorado pela Unicamp, Doutorado em Psiquiatria Ruprecht Karl Universitat Heidelberg. 

Reator, Almir Linhares de Faria, doutor em Psicologia clinica, psicanalista.

27 outubro - Biblia e Psique –  matrizes bíblicas da psicologia.

Ageu Heringer Lisboa – Reator: Carlos Augusto Rodrigues de Souza,  psicólogo clinico, teólogo, mestre em psicologia clínica

Inscrições:

pelo e-mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar ativado para que possa visualizar o endereço de email  ou  Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar ativado para que possa visualizar o endereço de email  

Apenas 60 vagas.

Serão aceitas contribuições livres para custeio dos encontros.

 
O TERAPEUTA E SUA SOMBRA, por Deusa R. T. Robles

"As fronteiras da alma são incertas, e o locus do trabalho psicológico nunca pode ser só você ou só eu; ele diz respeito a nós dois." (James Hillman)


Num olhar atento para nossa Sombra, nós, terapeutas, que lidamos com a angústia humana, nos deparamos com o mal, não só no outro, mas muitas vezes em nós mesmos. Não apenas com o mal que possamos ter reprimido, mas também com aquilo que nos era até então desconhecido.

Não podemos por mágica, nem por nenhum "Poder" maior que nos tenha sido dado, descobrirmos o "Sentido da Vida" de nossos pacientes. Mas, podemos tentar mostrar-lhes que tanto o vazio quanto o sentido existem e, o mais honestamente possível, ajudá-los a serem o que são. Porém isso só será possível, na medida em que conseguirmos mergulhar dentro de nós mesmos e assim também nos examinarmos, corajosamente. E quando o fazemos, não podemos deixar de olhar para um fenômeno bastante obscuro, principalmente naqueles de tão boa intenção para com o outro, que é o Desejo de Poder.

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COMPROMISSO DE CONDUTA ÉTICA

Image Respeitarei a dignidade, o valor e os direitos de cada individuo, casal ou família que me procure para um atendimento;


Respeitarei a autodeterminação de cada ser humano e me oporei a toda opressão física, psicológica e social, incluindo qualquer forma de discriminação psicológica, cultural, econômica, sexual ou religiosa;

Iniciarei e prosseguirei uma relação terapêutica somente quando tenha a idoneidade acadêmica e legal para este fim e tenha o desejo de cumprir com minhas obrigações contratadas com individuo, casal, família ou grupo que me procure para atendimento;

Procurarei, em todas as minhas atividades, maximizar a autonomia e a cooperação dos consultantes, buscando sempre otimizar o crescimento físico, mental, social e espiritual dos mesmos;
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